ESTUDANTES NAS RUAS! 11A

Nós, da Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social, acreditamos ser urgente a construção de um calendário permanente de mobilização, que possa dar voz e dinâmica para as diversas lutas que são travadas de norte à sul do país, unificando as reivindicações na luta para a derrubada do governo genocida e corrupto de Bolsonaro.

Nesse sentido, as mobilizações convocadas para o dia 11 de agosto, dia tradicional de luta do movimento estudantil – trata-se do dia do estudante – são essenciais para demarcar no calendário de lutas a defesa da educação brasileira e nos posicionarmos contra os brutais cortes na área da educação: são cortes de R$ 2,2 bilhões e bloqueio de mais R$ 2,7 bilhões da verba destinada à educação. Soma-se aos cortes a gestão desastrosa do ENEM, que possui o menor número de inscritos desde 2007 e também a pane no CNPq que demonstra o verdadeiro descaso e obscurantismo deste governo. Outro fator é o corte de um terço no ProUni, que atinge uma parcela importante dos filhos e filhas da classe trabalhadora.

Nesse contexto de ataque frontal à educação, de um governo que faz cotidianamente ameaças golpistas, o Movimento Estudantil tem uma importância redobrada. Fomos ponta de lança em diversos momentos graves da história do Brasil, e agora não podemos dar nenhum passo atrás! Dia do estudante, 11 de agosto, precisamos ocupar as ruas na defesa da educação e pelo #ForaBolsonaro. ENESSO é pra lutar!

Formulário: Situação do Estágio durante a Pandemia no ano de 2021

ATENÇÃO ESTAGIÁRIAS/OS 📣

A ENESSO quer conhecer a realidade das/os estagiarias/os em Serviço Social no ano de 2021. A Comissão Gestora da Nacional junto as CR’s elaborou um questionário para debater e avaliar a situação do estágio nesse contexto de Pandemia, como foi realizado durante o ano de 2020.

Respondam o formulário!
Acesse o Link

Plenária Nacional da ENESSO: a luta do MESS no cenário atual! Rumo ao 24J! 🚩

Atenção Estudantes de Serviço Social do nosso Brasil! 📢

Considerando os ataques sofridos às/aos estudantes e toda a classe trabalhadora durante toda essa conjuntura pandêmica e de morte, de retirada e não acesso aos direitos básicos para a população brasileira, movimentos sociais por tudo o Brasil juntamente ao movimento estudantil vão às ruas manifestar seu desgosto pelo atual governo, como foi dia 29M, 19J, 3J e 13J, evidenciar DE QUEM é a culpa de mais de meio milhão de mortos por COVID-19 nesse país.

Por isso, a Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social convida a todas, todos e todes estudantes de Serviço Social a se somarem na nossa de esquenta para o 24J “Plenária Nacional da ENESSO: a luta do MESS no cenário atual! Rumo ao 24J! 🚩”, que acontecerá no dia 23 de julho às 19h, de forma virtual.


Link de inscrição

Nosso dever é derrotar Bolsonaro nas ruas agora e construir um calendário de mobilizações! Não sairemos das ruas!

VEM COM A GENTE!!
🚩 FORA BOLSONARO E MOURÃO! 🚩
🚩 POR EMPREGO, VACINA NO BRAÇO E COMIDA NO PRATO! 🚩
🚩POR EDUCAÇÃO DE QUALIDADE! 🚩
🚩 PELA VIDA ACIMA DO LUCRO! 🚩

Relatório Nacional de Estágio: reflexões a partir do Formulário acerca da Situação do Estágio em Serviço Social durante a pandemia.

No ano de 2020, a Coordenação Nacional da ENESSO (2019-2020), Coordenações Regionais (2019-2020) e as Representantes Discentes da ABEPSS (2019-2020), junto às/aos militantes de todo o país, realizaram uma pesquisa censitária, com o intuito de compreender a realidade do estágio obrigatório supervisionado na graduação em Serviço Social, no período da pandemia e os rebatimentos desse cenário de crise. O questionário foi divulgado nas redes sociais (instagram, facebook, blog e whatsapp) e ficou aberto no período de junho a agosto, contando com a participação de 550 estudantes.

Os resultados e reflexões a respeito do estágio se encontram no documento:

https://drive.google.com/file/d/1j2kBlYtoZh_zfqo-Zdm-Vbe2FDhUgE_A/view?usp=sharing

Livro “Serviço Social e Luta Antirracista: contribuição das entidades da categoria no combate ao racismo”

Divulgamos aqui o livro “Serviço Social e Luta Antirracista: contribuição das entidades da categoria no combate ao racismo”, que está em pré-venda e disponível no site da Editora Letramento.

Esse material, tem como fio condutor o debate do racismo estrutural no Brasil, sua intrínseca relação com o sistema de exploração/dominação capitalista e demarca o longínquo histórico de luta e resistência antirracista no país. Também evidencia a premente necessidade do Serviço Social Brasileiro ter na ordem do dia esse debate – tanto no campo da formação, quanto do trabalho profissional -, por compreendermos que isso é pressuposto para garantia da coerência com a direção emancipatória do Projeto Ético-Político profissional.

O livro traz resultados da pesquisa realizada com as dirigentes negras das direções nacionais das entidades da categoria (ABEPSS, CFESS e ENESSO) e da pesquisadora de referência da ênfase de Raça/Etnia do Grupo Temático de Pesquisa da ABEPSS “Serviço Social, Relações de Exploração/Opressão de Gênero, Feminismos, Raça/Etnia e Sexualidades”, durante o biênio 2017-2018.
A partir de um olhar do campo da formação, pesquisa, trabalho profissional e movimento estudantil, essa pesquisa teve como principal objetivo entender qual o lugar que a temática étnico-racial ocupa no interior das entidades profissionais e quais mediações construídas para fortalecer a luta antirracista, considerando a direção sociopolítica hegemônica da profissão.

Mas tal produção, não se restringe ao campo do Serviço Social: pode contribuir com militantes antirracistas, pesquisadores/as, estudantes e docentes que lutam por uma sociedade livre de exploração, opressão e dominação; e que almejam construir uma sociedade realmente livre e emancipada humanamente, isto é, uma sociedade comum à todos/as.

O livro está disponível para compra no link abaixo:
https://www.editoraletramento.com.br/produto/servico-social-e-luta-antirracista-contribuicao-das-entidades-da-categoria-477

Nota de repúdio contra os ataques à autonomia universitária

Entidades, entre elas a ABEPSS, lançam nota de repúdio contra os sucessivos ataques à autonomia universitária. A coordenação do Fórum Nacional em Defesa da Formação e do Trabalho com Qualidade em Serviço Social, reunida em 01 de setembro de 2020, reitera a necessidade da defesa da democracia, da liberdade de expressão e soberania da comunidade universitária, na escolha de gestores/gestoras.

Em mais um ataque ao princípio da autonomia universitária, em que na consulta à comunidade esta elegeu em primeiro lugar outro candidato, o presidente Jair Bolsonaro deu posse à terceira colocada na lista tríplice com 18,33% dos votos, a professora Ludimilla Serafin, para a reitoria da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), na cidade de Mossoró (RN).

Confira a nota: https://bit.ly/3jDzyJD

CARTA EM DEFESA DA ESCOLA DE SERVIÇO SOCIAL UCSAL

A Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO), em conjunto com as representantes discentes de graduação da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) e o Centro Acadêmico de Serviço Social Dandara da Universidade Católica de Salvador (CASSDAN), vem através de uma carta aberta manifestar repúdio à Resolução 14 de 20/07/2020 da Universidade Católica de Salvador-Bahia, documento este que aprova e cria o Curso de Bacharelado em Serviço Social, na modalidade de Ensino à Distância.

LINK CARTA https://drive.google.com/file/d/1c6Ev-57VRrk6j6EqcmgF1BS5TdHaqxeB/view?usp=sharing

1° DE JULHO – #BREQUEDOSAPPS

HOJE, 1 de julho, esta acontecendo a greve dos entregadores de aplicativo, a ENESSO expressa seu apoio ao movimento!

Dessa forma NÃO PEÇA delivery por apps, apoie a paralisação dos entregadores!

  • Por condições de trabalho justas!
  • Por melhores tarifas!
  • Pelo fim dos bloqueios!
  • Por auxílio para acidentes e contaminação pelo coronavírus!

Divulgue as hashtags, avalie os apps negativamente, apoie a greve! #BrequeDosApps #ApoioBrequeDosApps #1DiaSemApp 🚩

DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBTI+

Por que devemos ter, principalmente na conjuntura em que vivemos, orgulho de sermos LGBTI+?


Não é de hoje que a nossa história vem sendo deslegitimada e até apagada do desenvolvimento da sociedade. É afirmado, por pesquisadores histórico-sociais, que a diversidade sexual e de gênero não é algo que existe somente “de uns tempos pra cá”, ela se encontra presente nas organizações primitivas anteriores ao surgimento da propriedade privada, se manifestou (representados em artefatos históricos) no período da Grécia Antiga, e segue até os dias de hoje existindo e resistindo às condições opressoras que o sistema Capitalista impõem para mulheres, negros e negras, LGBT’s, indígenas, quilombolas e comunidades ribeirinhas.
O Capital, na sua forma mais brutal de alcançar cada vez mais um exército de reserva que, possibilite à exploração da classe trabalhadora por meio de suas particularidades e subjetividades, vêm, a partir do período de globalização, em que precisa se reinventar para continuar sendo o modelo societário vigente, utilizando das bandeiras de luta de movimentos sociais como forma de apresentar um modelo de Capitalismo “humanizado”, um Capitalismo que aceita a diversidade.
Devemos ter em mente, como profissionais e futuros profissionais de Serviço Social, que acreditar nessa nova roupagem do capital se trata de um movimento oportunista em que o foco é alcançar cada vez mais um público que consuma esse sistema sem questioná-lo, tendo a falsa ilusão de que “não é tão mal assim”.
Enquanto marcas colocam filtros coloridos em redes sociais e utilizam de artistas LGBT’s que vendem seu trabalho para dar visibilidade à essas empresas capitalistas, centenas de LGBT’s são obrigados à ocuparem espaços de trabalhos subalternos, em que as condições são cada vez mais precarizadas, ao mesmo tempo que, se em âmbito acadêmico o debate da diversidade avança (de certo modo), no cotidiano somos vítimas de inúmeros ataques físicos, psicológicos, morais, trabalhistas, que reproduzem a ideologia dominante do heteropatriarcal-racista-capitalista.
Devemos ter orgulho de sermos LGBTI+ pois, para além de não ter nada “errado” conosco, ser LGBTI+ na sociedade capitalista é resistir pelo amor que temos o direito de viver, a identidade que queremos ter, e avançar na luta contra exploração de classe, raça e gênero também.
Não basta reivindicarmos somente a bandeira de luta da diversidade sexual e de gênero, enquanto outras trabalhadoras e trabalhadores continuam a ser explorados por esta sociedade, e cabe à nós, assistentes socias formados e em formação, apresentar em evidência e com orgulho essa bandeira de luta concomitante com nosso projeto político-profissional.
Assim, em defesa, não só, mas também, da população LGBTI+, e de todas e todos os trabalhadores, em memória daqueles que lhes foi tirado o direito de viver, a ENESSO trás neste dia 28/06/2020, data de celebração do Orgulho LGBT, a reafirmação da sua posição contra instituições, governos, e principalmente ao capital, que cotidianamente nos exploram e afirmam uma ideologia machista, racista, LGBTfóbica e fascista. (Texto por: Murilo Chagas)