Coordenação Regional da ENESSO – Região II

Coordenadores Regionais – Região II

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Enesso – CR2

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NOME JACQUELINE (KELL) BARROS
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Finanças e combate às opressões
FONE (83) 998693438
E-MAIL kellb.araujo@gmail.com
NOME DANILO SILVA BARBOSA
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Finanças e combate às opressões
FONE 81 982886747
E-MAIL danilobarbosa356@gmail.bom
NOME BÁRBARA CRISTINA SOUSA DE ALENCAR
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Formação profissional
FONE (85) 999839588
E-MAIL barbarade.alencar@aluno.uece.br
NOME FERNANDA MOURA SANTOS
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Comunicação e Secretaria
FONE (84) 998049450
E-MAIL f.nanda-@hotmail.com
NOME ERIKA DAYANE MORAES DE OLIVEIRA
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Finanças e Cultura
FONE (81) 996854841
E-MAIL erika.oliveira360@gmail.com
NOME JOSÉ ROBSON SILVA LEITE
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Comunicação e Cultura
FONE (83) 996639859
E-MAIL robsonleitemetal@gmail.com
NOME DONIÊGO LIMA
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Combate as opressões e Formação Profissional
FONE (84) 99800-8683
E-MAIL doniegolima@hotmail.com
NOME MARIA BEATRIZ DE SOUZA NASCIMENTO
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Movimento Estudantil e Secretaria
FONE (84) 994338656
E-MAIL beatriz.souza_@hotmail.com
NOME FELIPE LUIZ SILVA DE ARAÚJO
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Comunicação e Finanças
FONE (81) 9.9756-5980
E-MAIL felipearaujo.as@gmail.com
NOME MAISA MARCELLY RAMALHO DE LIRA DANTAS
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Movimento Estudantil e Cultura
FONE (85) 99621.4893
E-MAIL maisamdantas@outlook.com
NOME  JULIANA MARIA DE MEDEIROS SILVEIRA
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO  Secretaria e Cultura
FONE  (84)98707-9211
E-MAIL  juliana.medeiros_2@hotmail.com
NOME MARÍLIA ASSUNÇÃO ASSIS
ESTADO  
ESCOLA  
COORDENAÇÃO Movimento Estudantil e Combate às Opressões
FONE (84) 9 8802-5018
E-MAIL mariliaa_@hotmail.com

Coordenação Regional da ENESSO – Região I

Coordenadores Regionais – Região I

Gestão 2016/2017  Richand Miago

“Superando distâncias, fortalecendo a união!”

Email: enessor1@gmail.com

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NOME HANNA ARCE
ESTADO Amazonas
ESCOLA FAMETRO – Faculdade Metropolitana de Manaus
COORDENAÇÃO  
FONE (92) 9208-7461
EMAIL  hanna.docea@gmail.com
NOME GUSTAVO MARQUES
ESTADO Maranhão
ESCOLA Universidade Federal do Maranhão-UFMA
COORDENAÇÃO  
FONE (98) 98268-5646
EMAIL gustavolimamarques@hotmail.com
NOME LIDIANE OLIVEIRA
ESTADO Maranhão
ESCOLA Universidade Federal do Maranhãao-UFMA
COORDENAÇÃO  
FONE  (98) 8201-9719
EMAIL  annediveirasouza@gmail.com
NOME ALESSANDRO GOMES
ESTADO Pará
ESCOLA Universidade Federal do Pará – UFPA
COORDENAÇÃO  
FONE  
EMAIL alessandro.cbss@gmail.com
NOME BÁBARA BRITO
ESTADO Pará
ESCOLA Faculdade Brasil Amazôna – FIBRA
COORDENAÇÃO  
FONE  (91) 98704-0286
EMAIL barbarazpereira@gmail.com
NOME DANIELLE LARISSA
ESTADO Pará
ESCOLA Universidade Federal do Pará – UFPA
COORDENAÇÃO  
FONE (91) 99330-2304
EMAIL daniellelarissa2@gmail.com
NOME  MÁIRA BIANCA
ESTADO Pará
ESCOLA Faculdade Metropolitana da Amazônia-FAMAZ
COORDENAÇÃO  
FONE (91) 98289-0872
EMAIL mairabianca11@gmail.com
NOME TAIS SILVA
ESTADO  Pará
ESCOLA   Universidade Federal do Pará – UFPA Campus Abaetetuba
COORDENAÇÃO  
FONE (91) 9 8907-4588
EMAIL t.silvaos14@gmail.com
NOME JÚLIO SILVA
ESTADO Piauí
ESCOLA Universidade Federal do Piauí- UFPI
COORDENAÇÃO  
FONE (86) 9 9960-4720
EMAIL juliomcps@gmail.com

Planejamento Estratégico Nacional e os planejamentos Estratégicos Regionais Unificados – PEN/PER Unificado 2016-2017

ENESSO POR UM SISTEMA JUSTO DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR! Campanha de Mobilização contra o SINAES/ENADE.

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Vivenciamos um momento de radicalização dos cortes de direitos, onde há maior flexibilização dos direitos trabalhistas, generalização da terceirização, privatizações do que ainda nos resta de público, a destruição dos direitos sociais e ataques diretos à classe trabalhadora. Temos em tramitação, neste momento, a proposta de emenda constitucional nº 55, antiga PEC 241, que pretende congelar durante 20 anos os gastos públicos, precarizando ainda mais a saúde e a educação pública e empurrando cada vez mais a classe trabalhadora aos serviços privados. Temos também a medida provisória do ensino médio que estabelece um currículo mínimo colocando como disciplinas obrigatórias apenas português, matemática e inglês no ensino médio, deixando as outras apenas como optativas. Ambas, a PEC 55 e Medida Provisória do Ensino Médio, vêm neste momento fragilizar ainda mais o ensino público e reduzir o funil de entrada ao ensino superior, empurrando ainda mais a classe trabalhadora às universidades privadas ou ,na maioria das vezes, aos cursos profissionalizantes.
Há décadas o ensino superior já vem sofrendo cortes de investimentos, já nos anos 90 houve um processo de aprofundamento da redução de recursos públicos para a educação com o pretexto de desvio para para o processo de ajuste fiscal. Deste modo, o incentivo a privatização das universidades e mercantilização do ensino aumentaram em grandes proporções. Nos governos de Lula e Dilma, houve uma expansão do ensino superior brasileiro, através do REUNI – que expande o número de vagas para o ensino superior público sem considerar a qualidade e as condições de permanência destes estudantes -, do PROUNI – onde dinheiro público é investido em ensino privado -, e do FIES – que realiza um empréstimo ao estudante durante a graduação para pagar mensalidades em universidades privadas, mas que na maioria das vezes se torna impagável para a/o estudante da classe trabalhadora – , de tal modo que essa expansão se deu a desresponsabilizar o Estado se tratando da educação.
Para avaliar a qualidade do ensino superior, temos desde 2004 o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), que abrange o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), que ao avaliar o ensino, destaca a educação como mercadoria, pois incentiva a concorrência comercial ao investir nos cursos que obtiverem uma nota maior na avaliação e e reduz investimentos nos cursos que obtiverem um desempenho menor, avaliados de 0 à 5. Entendemos que para garantir uma educação de qualidade, pública, gratuita, laica e democrática, a avaliação do ensino superior deveria, ao invés de reduzir gastos, justamente apontar para o investimento em universidades e cursos que demonstrarem vulnerabilidade. Ao investir nos cursos mais bem sucedidos, em maioria no âmbito privado – onde ocorrem aulões, simulados, sorteios de prêmios e até mesmo coerção no período que antecede a prova -, fragilizando ainda mais o ensino superior público, nos fica explicito que este sistema de avaliação defende um projeto de universidade produtivista e operacional, elitista, antidemocrática, que é contrária ao projeto de universidade que a nossa executiva defende. Vemos que o ENADE, ao ter caráter obrigatório e punitivo – pois o estudante fica impedido de colar grau se não o realizar – intenciona culpabilizar as/os estudantes pelo mal desempenho, sem avaliar de fato a qualidade e o processo de ensino-aprendizagem, no ensino superior.
Vemos a necessidade de serem criados mecanismos de avaliação do ensino superior, que de fato avaliem de maneira a pensar na formação profissional, rompendo com o modelo vigente e que nos possibilite alcançar um ensino superior público, gratuito, laico e de qualidade. A ENESSO vêm há anos fazendo a crítica a este Sistema de avaliação e ao ENADE, durante anos adotamos a tática do boicote, porém desde 2013 temos avaliado que esta estratégia de luta, mesmo que completamente legitima, já não tem garantido o devido destaque a insatisfação com este modelo de avaliação, além do silenciamento sofrido pelo boicote, as instituições que adotaram esta tática sofreram represálias como cancelamentos de cursos, redução de vagas e investimento. Desse modo, no Encontro Nacional de Estudantes de Serviço Social – ENESS, que aconteceu este ano na Universidade de Brasília, foi deliberado pelo conjunto de estudantes que estavam presentes, que novamente não adotaríamos ao boicote, não o deslegitimando, mas entendendo que já não era uma tática satisfatória. Decidimos por somar forças na Campanha Nacional de Mobilização Contra o SINAES/ENADE iniciada pela ABEPSS e aderida também pelo Conjunto CFESS/CRESS.
Em várias regiões vêm acontecendo debates e discussões a respeito do ENADE, realizado pelas representações da ABEPSS em conjunto com Movimento Estudantil de Serviço Social, inclusive em escolas que estão em processo de ocupação. Entre as regiões da ENESSO que realizaram debate temos: região I no Maranhão; região II no Rio Grande do Norte, onde aconteceu debate no Seminário Regional de Formação Profissional e Movimento Estudantil de Serviço Social e também houve uma oficina de cartazes sobre o tema; região III na Bahia; Região IV em Mato Grosso e Brasília; região V no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espirito Santo; região VI em Santa Catarina. Algumas escolas de Serviço Social ainda vão realizar seus debates, como a UFT e entre outras.
Convidamos todas e todos estudantes de Serviço Social e demais cursos a fomentarem o debate crítico a respeito do SINAES/ENADE, em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade. Puxem o debate em suas escolas, nas escolas ocupadas, e se façam presentes enquanto Movimento Estudantil de Serviço Social. O ENADE já é amanhã (20/11), mas a discussão crítica sobre esse sistema de avaliação deve continuar até criarmos um novo modelo que cumpra com os objetivos que essa avaliação deve proporcionar.
Mobilizem-se e somem conosco nesta campanha!

Gestão 2016-2017 “Quebrando pedras. Construindo resistência!”

 

FORA TEMER E NÃO A PEC 241 / 55!

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A Coordenação Nacional da Executiva de estudantes de Serviço Social, vem por meio desta, convocar todas e todos estudantes de Serviço Social à construção da greve geral!
Nos últimos dias presenciamos ocupações em todos os cantos do País, derivadas da insatisfação com o governo ilegitimo de Temer, que sem pudor algum, em menos de 3 meses acelera todas medidas provisorias que põe em cheque o frágil sistema de proteção social que temos no Brasil. O que carreta ao desmonte da seguridade social, que nem se quer completou 30 anos, a destruição dos direitos sociais e trabalhistas, ao arrocho salarial e ao ataque direto contra a classe trabalhadora.
Entre as medidas desse governo, a PEC 241, agora intitulada PEC55, se apresenta como a mais grave e hedionda no presente momento, sendo esta um projeto de emenda constitucional que pretende congelar os gastos públicos durante 20 anos. Se trata de duas décadas de crescente sucateamento da saúde, educação, cultura e meio ambiente. A PEC, se entrar em vigor congelará os gastos públicos, sem considerar o crescimento populacional e o crescimento da demanda por saúde e educação. Estamos lidando com um projeto que impede, inclusive, a execução do Plano Nacional de Educação, que para alcançar suas metas, incluindo a erradicação do analfabetismo, teria a necessidade do aumento no investimento em educação. Na saúde, o congelamento dos gastos impedem o investimento em novas tecnologias, equipamentos, medicamentos com patentes, empurrando assim, a população usuária dos serviços públicos a buscarem os serviços no âmbito privado. A PEC 241, SE TRATA, ACIMA DE TUDO, DA MERCANTILIZAÇÃO DOS DIREITOS BÁSICOS DE SAÚDE E EDUCAÇÃO!
Além da PEC 241/55, este governo nos apresenta a proposta reforma do ensino médio, através de um formato de medida provisória, e a reacionária “Escola sem Partido”. A primeira colocando um currículo mínimo, que passa a ter como disciplinas obrigatórias apenas matemática, português e inglês, fazendo das outras disciplinas apenas optativas. As disciplinas que incentivam o pensamento crítico, como filosofia, sociologia e artes, ficam fora do currículo obrigatório. Se trata de tornar o ensino público, neste período de crise econômica em que as relações de trabalho se tornam mais cruéis à classe trabalhadora, uma preparação de força de trabalho a baixo custo para o capital, pois aos filhos desta classe, sendo crescentemente impedidos de adentrar ao ensino superior público, resta apenas os cursos profissionalizantes. A “Escola sem Partido”, defendendo uma pseudo neutralidade do ensino, combatendo a “doutrinação ideológica”. Entendemos o movimento Escola sem Partido, como a tentativa de amordaçar o ato de ensinar, pois censura o exercício da docência, impedindo que professores abordem conteúdos relacionados ao contexto social, nega a liberdade didático-pedagógica, desvaloriza o papel dos educadores na sociedade, inibe o conhecimento científico aos estudantes, institucionaliza as opressões ao impedir que sejam discutidas temas relacionados a igualdade de gênero, diversidade sexual, raça e etnia e em geral impede a formação cidadã ao inibir que o pensamento crítico aos estudantes.
Entendemos que a PEC 241/55 não é uma alternativa aceitável e nos posicionamos contra as diversas medidas deste governo ilegítimo. Compreendemos que congelar os gastos de um país em tempos de crise não faz com que ele se desenvolva de forma plena, mas pelo contrário: o precariza. Acreditamos que uma alternativa seria a taxação de impostos de forma progressiva, pois hoje vivemos uma taxação regressiva, no qual a classe trabalhadora paga mais impostos do que as grandes famílias e empresas que concentram boa parte da renda em nosso País. É importante analisarmos como toda essa contra reforma do estado brasileiro atinge diretamente a nossa profissão e os usuários das políticas sociais. Acreditamos que acima de tudo, é preciso somar na construção de um Bloco de Lutas, em conjunto com os movimentos sociais, com a crescente massa de estudantes secundaristas que vem demonstrando sua força por todo o país, pela luta por uma sociedade anticapitalista, anti-racista, anti-patriarcal, anti-LGBTfóbica, livre de opressão e exploração.
Dessa forma, estudantes de serviço social estão ocupando seus institutos e deflagrando greve estudantil por toda parte do país. Hoje temos mais de 1.000 escolas ocupadas, compostas por escolas estaduais, Institutos Federais e Universidades. Entre as escolas de Serviço Social, temos UFPE,UFAL, UFF- NITEROI E RIO DAS OSTRAS, UFPI,UNB, UFTM, UFU, UFG, UNIOESTE-PR, dentre outras paralisadas. Nesse sentido, viemos convocar todas escolas a somar e mobilizar seus estudantes a realizarem assembleias em suas respectivas escolas em busca de uma melhor estrategia para esse momento, rumo à GREVE GERAL!
A Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social soma na luta pelo:
– FORA TEMER;
– CONTRA A PEC 241;
– CONTRA A REFORMA DO ENSINO MÉDIO;
– CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA;
– CONTRA A REFORMA TRABALHISTA;
– CONTRA O PROJETO ESCOLA SEM PARTIDO;
– CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS OCUPAÇÕES DAS UNIVERSIDADES PUBLICAS, INSTITUTOS FEDERAIS E DAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO.
É um momento de construção de consciência, de rearticulação da classe trabalhadora e de muita luta!
“PARA BARRAR A PRECARIZAÇÃO , GREVE GERAL, GREVE GERAL, GREVE GERAL ! “

Gestão 2016-2017 “Quebrando pedras. Construindo resistência!”

INFORMAÇÕES FINAIS SOBRE O ALOJAMENTO ESTUDANTIL

Boa tarde pessoas, o CBAS se aproxima e precisamos informar os últimos detalhes sobre o alojamento.

Nos últimos meses viemos trabalhando ao máximo para a conquista desse alojamento gratuito com a maior quantidade de vagas possíveis para estudantes do país inteiro. Então consideramos uma conquista para o 15º CBAS.

E agora vamos para o que importa:

1. O alojamento ficas localizado no NAE (Núcleo de Apoio à Eventos) da UFPE, que fica atrás da reitoria e ao lado da casa feminina da UFPE e o local que vai acontecer o CBAS é no Centro de Convenções de Pernambuco. Esse percurso fica em média de 14 km (olhado pelo Maps – https://www.google.com.br/maps/dir/Reitoria+Da+Ufpe/Centro+de+Conven%C3%A7%C3%B5es+de+Pernambuco+-+Avenida+Professor+Andrade+Bezerra+-+Salgadinho,+Olinda+-+PE/@-8.0340923,-34.9401804,13z/data=!3m1!4b1!4m13!4m12!1m5!1m1!1s0x7ab195e025137b1:0xc0381e561ade7a6a!2m2!1d-34.9456429!2d-8.0507115!1m5!1m1!1s0x7ab18798b20e83b:0x9a4fb33c2ab9e29b!2m2!1d-34.8709273!2d-8.0320154

2. É totalmente gratuito.
3. O local dispõe de 13 quartos, cada um com dez camas e mais 4 salões, para grupos de 25 a 30 pessoas cada, duas cozinha e quatro banheiros. Todos equipados com camas e colchões, ou seja, SERÁ PRECISO SOMENTE LEVAR ROUPA DE CAMA, é desnecessário o uso de barracas.
4. A inscrição feita para o CBAS só garante a participação no encontro e nada além disso, o espaço do alojamento foi uma conquista que nós enquanto comissão organizadora representantes da ENESSO conseguimos, ou seja, transporte e alimentação é por conta das estudantes.
5. Sobre o transporte: LOCAÇÃO DE ÔNIBUS PARA O CBAS FOI CANCELADA! Lançamos a informação da possível locação do ônibus, contudo, não tivemos demanda o suficiente para alugar um ônibus, ou seja, as pessoas que depositaram o dinheiro referente ao ônibus será devolvido até o final da semana.

Diante disto, buscamos outras alternativas que contemplem a mobilidade para o congresso e outros locais da região metropolitana do recife.

1- TÁXI

2- UBER

3-ÔNIBUS DE LINHA (Rio doce/CDU)

Gente, é importante que andem sempre em grupo, independente do trajeto para o alojamento, visando a segurança, maior integração e redução de custos. O ônibus Rio Doce/CDU tem sua parada um pouquinho distante do alojamento, demora bastante e estamos em período de aulas, então, muito provavelmente vão pegar lotado, O UBER em Recife funciona bem e juntando essa galera no rolê além de mais barato sai mais animado.

Para as pessoas que fizeram depósito sem ser nominal, transferência, e para as que não nos enviaram o comprovante, por favor entrem em contato conosco, para que possamos fazer o reembolso. Segue abaixo os seguintes contatos:

(081) 98634-7008 (Karoline Santos).

Desde já agradecemos á compreensão!

No mais esperamos vocês para esse congresso que promete e mais dúvidas entre em contato conosco.

enessooficial@gmail.com

(61) 98144-4917 – Gilma

(11) 98554-9251 – Beatriz 

(81) 98631-7828 – Raline 

(21) 98170-8204 – Angélica

(81) 986347008 – Karoline

(65) 996442832 – Iohana 

Um xero.

Clique aqui para ter acesso a lista de pessoas que se inscreveram atualizada

XI SRFPMESS NO PIAUÍ!

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Convocatória

XI Seminário Regional de Formação Profissional e Movimento

Estudantil de Serviço Social – SRFPMESS

“O IMPACTO DO PROJETO NEOLIBERAL NAS POLÍTICAS SOCIAIS: A FORMAÇÃO PROFISSIONAL E O MOVIMENTO ESTUDANTIL DE SERVIÇO NESTA CONJUNTURA.”

         A comissão organizadora do XI Seminário Regional de Formação Profissional e Movimento Estudantil de Serviço Social, formada pelo conjunto de escolas de Teresina, Coordenação Nacional e Regional da Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social – ENESSO e Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS, vem por meio deste, saudosamente, convocar a todas/todos as/os estudantes de Serviço Social da Região I da ENESSO, que é composta pelos Estados: Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá, Maranhão e Piauí para participar do XI SRFPMESS a ser realizado nos dias 12, 13, 14 e 15 de Novembro de 2016 na Universidade Federal do Piauí – UFPI.

      Este evento tem como tema: O IMPACTO DO PROJETO NEOLIBERAL NAS POLÍTICAS SOCIAIS: A FORMAÇÃO PROFISSIONAL E O MOVIMENTO ESTUDANTIL DE SERVIÇO NESTA CONJUNTURA, e tem por objetivo reunir e difundir a produção acadêmica das/dos graduandas/dos do curso de Bacharelado em Serviço Social, além de fortalecer o movimento Estudantil em Serviço Social, propiciando assim integração entre os estudantes e troca de conhecimento. Cabe lembrar que este evento ocorre somente uma vez a cada dois anos e que faz parte do calendário da ENESSO a pelo menos 20 anos, tendo o ultimo ocorrido na Universidade Federal do Maranhão – UFMA no ano de 2014.

       O XI SRFPMESS recebe o apelido de B.R.O BRÓ devido ao período em que acontecerá o evento. Os meses entre Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro (meses terminados em “bro”) dão nome ao que a população classifica de B.R.O BRÓ. Esse é o período mais quente do ano, onde os termômetros alcançam facilmente os 40°C.

Durante o XI Seminário Regional de Formação Profissional e Movimento Estudantil de Serviço Social, serão apresentados trabalhos acadêmicos produzidos pelos discentes nos seguintes eixos: Universidade e Educação, Movimento Estudantil, Formação Profissional, Combate às Opressões, Cultura e Conjuntura que serão apresentados sob a forma de: comunicação oral, apresentação de pôsteres e oficinas. E também será realizada a eleição para representação discente Regional Norte em ABEPSS.

Não deixe de participar. Esperamos por vocês nesse encontro tão quente quanto Teresina no B.R.O BRÓ.

Link para inscrição e maiores informações: http://srfpmess.wixsite.com/srfpmess

Vai ter MULHER, MÃE E MILITANTE SIM! NENHUMA VIOLÊNCIA CONTRA MÃES PASSARÁ!

não à criminalização da maternidade! (4)

 

Em resposta a Carta de repúdio emitida pelo Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro – MT [Link:https://www.facebook.com/cfcanamontenegromt/posts/1289870474385805], a Coordenação Nacional da ENESSO vêm por meio desta prestar total apoio e solidariedade a estudante, mulher, negra, mãe, trabalhadora e repudiar a violência que esta sofreu por parte de outras/os estudantes que a impeliram a anteceder sua volta durante o Encontro Nacional de Estudantes de Serviço Social – ENESS CANDANGO, que ocorreu nos dias 18 à 24 de julho. Esta estudante foi ao ENESS acompanhada de sua filha pequena e de seu companheiro e desde o primeiro dia a mesma foi assediada por demais estudantes que a questionaram em relação ao fato de ter trazido a filha à um espaço de militância. Durante todo o período que esta militante esteve no encontro, ela foi abordada e constrangida por pessoas que diziam que ela deveria ir embora e levar a filha argumentando que aquele não era um espaço para elas.
Entendemos que o modelo vigente de militância política é o de caráter masculino, no qual são valorizados os atributos da competição, a facilidade de fala em público e a disponibilidade de tempo. Sabemos que historicamente esses valores se confrontam com os valores socialmente construídos e atribuídos às mulheres, que passaram por um processo de socialização na qual as mesmas foram impulsionada a se identificarem com os papéis do âmbito privado, e a valorizarem conceitos relacionados com o cuidado, o afeto e tendo a reprodução como um de seus papeis principais, pois “As coisas mudaram com a família patriarcal e, ainda mais, com a família individual monogâmica. O governo do lar perdeu seu caráter social. A sociedade já nada mais tinha a ver com ele. O governo do lar se transformou em serviço privado; a mulher converteu-se em primeira criada, sem mais tomar parte na produção social.” (Engels, 1882). De tal modo entendemos que no sistema capitalista, patriarcal e machista, até mesmo dentro dos movimentos sociais, as/os militantes reproduzem valores que excluem as mulheres dos espaços políticos e as induzem a se confinarem no governo do lar.
Porém, mesmo entendendo esses elementos de socialização na qual as mulheres foram inseridas de forma desigual aos homens, não admitiremos que tal forma de opressão seja tolerada em um espaço político como o Encontro Nacional de Estudantes de Serviço Social.

A ENESSO como entidade de uma categoria que tem em sua pautas de lutas e em seu projeto ético-político, o combate a qualquer forma de opressão, também em vista de que o Movimento Estudantil de Serviço Social é composto por mulheres, negras, mães, lésbicas, trans, trabalhadoras e periféricas, não corroborará para que mulheres sejam forçadas a se retirar de qualquer espaço politico de militância. Também entendemos que a opressão sofrida por esta estudante, não se particulariza nela, mas em todas as mulheres que lutam para serem reconhecidas e se sentirem pertencentes a estes espaços.

E além de lutarmos pela defesa da permanência dessas estudantes, mulheres, mães no espaços políticos, lutamos pelo direito da criança de ocupar este mesmo espaço, porque entendemos que “A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.” (BRASIL.Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990. Brasília, DF, 1990.).

Historicamente, a ENESSO vêm travando esta luta pela garantia da participação dessas mulheres, trabalhadoras, mães na militância e materializamos essa luta através da ENESSINHO, sendo este um espaço garantido no nosso Estatuto. A nossa contínua luta será para que este seja sempre um espaço que propicie o respeito,dignidade, liberdade às crianças que o usufruírem.
Portanto a nossa luta e militância é e continuará sendo pelas mulheres, negras, trabalhadoras, mães, LGBTT, periféricas, que quiserem ocupar os espaços políticos! Nossa luta é e será para fomentar as discussões sobre a permanência dessas mulheres nas universidades e nos movimentos estudantis! Nossa luta é para que nenhuma estudante, mãe e sua filha precisem se retirar de um espaço de militância! A nossa luta também será pelo direito das crianças de ocuparem os mesmos espaços que suas mães e pais, entendendo que estas são sujeitos de direitos!

Gestão 2016-2017 “Quebrando pedras. Construindo resistência!”

Coordenação Nacional da ENESSO 2016/2017: “Quebrando pedras. Construindo resistência”

 

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Sem título

 

 

Somos mulheres , negras e LGBTT’s, estudantes de serviço social e filhas da classe trabalhadora. Somos resistência em um país que a cada dia nos nega direitos, nos viola a vida. Somos contra o capitalismo, sistema esse que nos tira o direito ao pão assim como à poesia!

Militantes que constróem a ENESSO de norte à sul do Brasil, que acreditam nesse movimento, que acreditam na aliança operária-estudantil e que seguem lutando contra o machismo, racismo, LGBTTfobia, intolerância religiosa, capacitismo e qualquer outra forma de opressão.

Nós, que construímos a nova coordenação nacional da Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social “Quebrando pedras, construindo resistência”, temos como objetivo a construção e fortalecimento do MESS e da ENESSO pela base. Nos dispomos à construção coletiva, ao resgate do reconhecimento dos estudantes em se fazerem pertencentes à ENESSO, ao desafio de reencantar-se!

Diante da conjuntura de esvaziamento estudantil desse espaço político, sendo ele fundamental no que se diz respeito a formação profissional, e com a escura certeza de que vivemos um momento em que ENESSO passa por um momento de crise, em que é necessário repensar esse espaço, elencamos eixos principais para fortalecer o MESS e reafirmar a ENESSO como um espaço legitimo de organização das/os estudantes de Serviço Social nacionalmente.

A nova gestão se apresenta tendo como objetivo reafirmar e concentrar forças no que se trata os eixos de Educação e Formação profissional, por enxergarmos que o enfraquecimento do MESS e da Executiva vêm acompanhando uma crise estrutural na qual a formação profissional é precarizada e a educação é mercantilizada. Será através desses dois eixos principais que buscaremos o reconhecimento das/os estudantes de Serviço Social, para que esses se sintam pertencentes nessa executiva e que coletivamente fortaleçamos o projeto ético-político da profissão. Também acreditamos ser necessária a constante articulação com os movimentos sociais e com o conjunto CFESS/CRESS e ABEPSS.

Com o compromisso de luta em defesa da classe trabalhadora, nos dispomos a construção cotidiana nos espaços que ocupamos levando a executiva como uma importante ferramenta de mobilização estudantil e vinculada aos demais movimentos sociais, nós da atual coordenação nacional iniciamos esse ciclo de luta. Os desafios postos são muitos, mas com a certeza de que a construção de outra sociedade se faz necessária, seguiremos resistindo!

Gestão 2016-2017 “Quebrando pedras, Construindo resistência!”

Programa da Gestão 2016-2017 “Quebrando pedras. Construindo resistência!”

Dados da Gestão – Contatos telefônicos e Email

 

NOME Amanda Lima 
REGIÃO II
ESCOLA Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza – FAMETRO
COORDENAÇÃO Comunicação e Finanças
FONE (85) 89611260
E-MAIL amandalima.al90@gmail.com
NOME

Clara Rodrigues

REGIÃO I
ESCOLA Universidade Federal do Pará – UFPA
COORDENAÇÃO Finanças e Comunicação
FONE (91) 9 8170-7041
E-MAIL claracosta154@gmail.com
NOME Caio Milhomen Rodrigues
REGIÃO IV
ESCOLA Universidade de Brasília (UnB)
COORDENAÇÃO Formação Profissional e Relações Internacionais
FONE (61) 92387057
EMAIL caio.sersocial@gmail.com
NOME  Carmel Capitani
REGIÃO VI
ESCOLA Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) 
COORDENAÇÃO Comunicação e Combate às Opressões
FONE (48) 96909273
E-MAIL carmel.giongo@gmail.com
NOME Karoline Santos
REGIÃO II
ESCOLA Universidade Católica de Pernambuco (UC-PE)
COORDENAÇÃO Formação Profissional e Movimentos Sociais
FONE (81) 86347008
E-MAIL karolinecunha_enesso@hotmail.com
NOME Fernanda Gomes de Almeida
REGIÃO VII
ESCOLA Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
COORDENAÇÃO Combate às opressões e Movimentos Sociais
FONE (11) 984823381
E-MAIL fernandagomes428@gmail.com
NOME Maiara Pedral Guimarães
REGIÃO III
ESCOLA  Universidade Federal da Bahia (UFBA)
COORDENAÇÃO Combate às Opressões E Formação Profissional
FONE( (71) 96983657
E-MAIL maiara_pedral@hotmail.com
NOME Iohana Moreira
REGIÃO IV
ESCOLA Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT)
COORDENAÇÃO Finanças e Secretaria
FONE (65) 96442832
E-MAIL iohanacmsantos@gmail.com
NOME  Mariana Alves
REGIÃO  III
ESCOLA  Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
COORDENAÇÃO  Cultura e Secretaria
FONE (82) 91484487
E-MAIL mary_catalves@hotmail.com

 

NOTA DE REPUDIO CONTRA A BRUTALIDADE DA PM! PELO FIM DA POLÍCIA MILITAR

A Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social – ENESSO e o Centro Acadêmico XV de Maio repudia a ação autoritária e truculenta da Polícia Militar de Uberaba/MG que ocorreu na madrugada do dia 15/07/2016, na rua Conde de Prados – localizada nas proximidades da Universidade Federal do Triângulo Mineiro.

Relatos dos sujeitos (estudantes, professores, comunidade local) que estavam reunidos em um bar na localidade supracitada trazem que a PM, esta mesma que diz nos “proteger”, cercou a rua com diversas viaturas, e sem o menor dialogo inicia disparos de bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha, atingindo e ferindo as pessoas ali presentes, sendo algumas encaminhadas para o departamento de polícia.

É evidente que a PM não está aqui para nos proteger. Ao ponto que nossa sociedade, por via de políticas públicas, adota políticas neoliberais, de caráter conservador, reacionário, produtivista, individualista e opressor (fortalecida pelo setor privado), a PM enquanto aparelho repressivo do Estado, sob a justificativa de “manter a ordem”, reafirma esta lógica típica do sistema capitalista, que reproduz a violência e distancia a população dos seus direitos tendo em vista a legitimação da segurança pública, que não está sendo efetivada por conservadorismo histórico e interesses políticos locais, justamente em uma lógica que não assegura e sim, explora e oprime cotidianamente a classe trabalhadora.
Gestão 2016-2017 “Quebrando pedras, construindo resistências”

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