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RELATORIA CONESS BENGUELA E MODELO DE REVISÃO DE ESTATUTO

 

CONESS-CERTO

CONESS TEREZA DE BENGUELA

A 41ª edição do Conselho Nacional de Entidades Estudantis de Serviço Social – CONESS, que tem como objetivo construir coletivamente o 40º Encontro Nacional de Estudantes de Serviço Social – ENESS e contribuir para a articulação política entre as entidades de base da Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social – ENESSO.

Como símbolo de resistência e de luta o XLI CONESS, organizado pela Universidade Federal do Mato Grosso – UFMT e Coordenação Nacional da ENESSO, teve como tema: Tereza de Benguela, uma líder quilombola que viveu no estado de Mato Grosso e que chefiou por cerca de 20 anos o Quilombo do Piolho, também conhecido como Quariterê,
localizado geograficamente entre o rio Guaporé (a atual fronteira entre Mato Grosso e Bolívia – e a atual cidade de Cuiabá). Durante o período em que Tereza foi líder do quilombo, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão.

Confira o vídeo abaixo para compreenderem melhor como será realizada a revisão do estatuto.

 

Os links a seguir, vocês podem baixar os documentos:

RELATORIA CONESS TEREZA DE BENGUELA

MODELO DE REVISÃO DO ESTATUTO

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XXXV Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social da Região I

O XXXV Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social da Região I a ser realizado no Piauí em 2019 durante o período de 01,02,03,04 e 05 de Maio , com o tema: O SERVIÇO SOCIAL E OS MOVIMENTOS SOCIAIS NO CONTEXTO DE RESISTÊNCIA AO NEOLIBERALISMO AUTORITÁRIO.

Tem por objetivo discutir a atual conjuntura a partir do processo eleitoral de 2019 que levou a eleição do atual desgoverno. Entendemos que as propostas apresentadas no período de campanha eleitoral e as que começaram a ser implementadas nos primeiros meses de mandato atingem duramente as formas de resistência dos movimentos sociais e, ainda, traz desafios para a formação e o exercício profissional dos assistentes sociais.

Por quê Troca Troca?

O Troca Troca trata-se de uma feira tradicional de venda e troca de mercadorias, existente desde o século XX, situada às margens do Rio Parnaíba onde as negociações aconteciam sob o sombreamento de uma figueira. As negociações que, ainda hoje, acontecem podem ser consideradas como um modelo alternativo de comércio, em oposição ao processo de desenvolvimento do capitalismo.

No atual contexto que nos exige resistência, o Troca Troca vem com essa representação, que diante do projeto modernizador que aconteceu em Teresina, ele se manteve aquém às reformas e reestruturações do capital, conservando suas características das relações de venda e troca.

Acesse aqui para saber mais!!!

Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

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O capitalismo se estrutura por meio de exploração do trabalho e a opressão racial é uma das expressões desta relação na construção sócio-histórica brasileira.

O racismo se dá principalmente por meio do fenótipo: dos traços faciais, corpóreos, pelo cabelo, pela cor da pele, pelo nariz, entre outros. Que tenta se reafirmar cotidianamente a partir de um mito da democracia racial ou o racismo à brasileira (Ribeiro, 2018) e de um discurso meritocrático.

Para Eurico (2018, p. 520) o racismo, é um fenômeno universal, que no caso do Brasil, incide majoritariamente sobre a população negra e tem como uma das formas mais eficazes de opressão a desqualificação de tudo aquilo que remete a sua herança genética, cultural, religiosa, a suas tradições e valores, quando estes colocam em jogo a supremacia branca.

Um desencadeamento do racismo é a discriminação racial. Segundo a Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial na ONU, discriminação racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e/ou exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública” Art. 1.


A mesma, pode se mostrar de forma direta e indireta (Gomes, 2005). A direta é a discriminação por cor e a indireta é vista como “sutil” e se evidencia principalmente enquanto racismo institucional (seja em seleção em escolas, em empresas ou em políticas sociais).

21-de-março-2019

Dia 21 de março, é o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, o mesmo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU). A data se justifica, porque dia 21 de março de 1960, aconteceu em Joanesburgo na África do Sul, o Massacre de Shaperville. Consta-se que mais de vinte mil pessoas protestavam contra a “lei do passe” (lei que obrigava a população negra a andar com identificações, o que limitaria os locais por onde podiam andar na cidade) e as tropas militares os atacaram, o que desencadeou em muitos feridos e 69 mortos.

No Brasil esta data se torna fundamental de se refletir e dialogar, pois é perceptível o quanto aqui o racismo é latente, perverso, mata, extermina, exclui e silencia; e as suas expressões têm se agudizado cada vez mais.

No âmbito do Serviço Social, é fundamental pautar que, o combate ao racismo, ao preconceito e à discriminação étnico-racial exige, na mesma medida, o combate à sociedade de classes, à desigualdade de gênero, bem como o respeito à diversidade sexual, entre outras garantias individuais cotidianamente violadas. O debate está posto e cabe às (aos) profissionais se engajarem na luta contra todas as formas de exploração/ opressão, caminho indispensável rumo à efetivação do projeto ético-político profissional do Serviço Social, explicitado no Código de Ética de 1993, que dentre seus princípios reconhece a liberdade como valor ético central, propõe a defesa intransigente dos direitos humanos, o empenho na eliminação de todas as formas de preconceito e a não discriminação como princípios éticos fundamentais (EURICO, 2018, p. 528).

Diante disto, a ENESSO reafirma seu compromisso incansável na luta antirracista, fincando o pé na caminhada contra a discriminação racial sempre pautando seu direcionamento de acordo com os itens referente à pauta presente no Caderno de Deliberações (ENESS TRIÂNGULO, 2018), e contra qualquer tipo de violência que restrinja cidadãos à cidadania e a direitos sociais fundamentais.

REFERÊNCIAS:

EURICO, Márcia Campos. A luta contra as explorações/opressões, o debate étnico-racial e o trabalho do assistente social. In: Serviço Social & Sociedade: Questão Étnico-Racial e Serviço Social. São Paulo: Cortez Editora, n. 133, p. 515-529, set./dez. 2018.

GOMES, Nilma Lino. Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil: uma breve discussão. In: BRASIL. Educação Anti-racista: caminhos abertos pela Lei federal nº 10.639/03. Brasília, MEC, Secretaria de educação continuada e alfabetização e diversidade, 2005. P. 39 – 62.

ONU. Convenção Internacional Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial. Disponível em: <https://www.oas.org/dil/port/1965%20Conven%C3%A7%C3%A3o%20Internacional%20sobre%20a%20Elimina%C3%A7%C3%A3o%20de%20Todas%20as%20Formas%20de%20Discrimina%C3%A7%C3%A3o%20Racial.%20Adoptada%20e%20aberta%20%C3%A0%20assinatura%20e%20ratifica%C3%A7%C3%A3o%20por%20Resolu%C3%A7%C3%A3o%20da%20Assembleia%20Geral%202106%20(XX)%20de%2021%20de%20dezembro%20de%201965.pdf>. Acesso em: 20 mar. 2019.

RIBEIRO, Djamila. Quem tem medo do feminismo negro? – 1 ª ed. – São Paulo: Companhia das Letras, 2018.

 

Texto de: Sara Ribeiro e Willy Cardoso (2019)

Campanha da Setorial LGBT da ENESSO – AME

img-20190318-wa0005-496823115.jpgAME é uma campanha da setorial ENESSO LGBT na qual convida a todas as pessoas LGBTs expressarem seu amor.

Numa sociedade heteropatriarcal se faz extremamente importante a representatividade de casais LGBTs entendendo o amor e a vivência deste como forma de (Re)existência!

Portanto, você LGBT pertencente ao Movimento Estudantil de Serviço Social, envie sua foto no instagram oficial ENESSO com sua/seu companheirx contendo NOME/CIDADE/ESCOLA/REGIÃO.

 

NOTA DE APOIO DA ENESSO À VALERIA CORREIA, REITORA DA UFAL – Nota da ENESSO

NOTA DE APOIO DA ENESSO À VALERIA CORREIA, REITORA DA UFAL

A Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO) vem por meio desta manifestar apoio e solidariedade à reitora da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a professora e assistente social Maria Valéria Correia, bem como aos demais membros de sua gestão atual da Reitoria.

No dia 14 de Março, Valéria e sua equipe sofreram um ataque por meio de um pedido de prisão, que se embasa indevidamente em processo que trata da reimplantação das rubricas judiciais decorrentes do Acórdão 6.492/2017 do Tribunal de Contas da União (TCU).

O pedido foi impetrado por intermédio das direções da Associação dos Docentes (ADUFAL) e Sindicato dos Trabalhadores (SINTUFAL), duas entidades sindicais de trabalhadores docentes e técnicos, respectivamente.
Consideramos que nesta conjuntura é imperativo apontar a gravidade de atos como este, que reforçam o contexto de desmonte dos direitos sociais conquistados e ataques às liberdades democráticas.

Na Luta de classes reconhecemos que nos encontramos no lado oposto das classes dominantes e nos posicionamos totalmente contrários à ações como esta.

Prestamos nosso apoio a professora e assistente social Valeria e a todos/as da gestão que foram surpreendidos com este pedido de prisão inaceitável. Convocamos a todas e todos estudantes de Serviço Social a acompanharem com muita reflexão a conjuntura nacional e internacional, e permanecer em Luta nas ruas, para barrar este curso de ataques avassaladores a direitos que levamos anos para alcançar; a se organizar em suas entidades de base e a construir a ENESSO; a defender o nosso projeto de formação profissional a partir das Diretrizes Curriculares da ABEPSS de 1996, que nos orienta uma formação pra VIDA SOCIAL, ou seja, que nos capacita enquanto profissionais considerando os sujeitos em suas dimensões múltiplas – o que nos convoca a uma posição de construção coletiva, de defesa intransigente dos direitos humanos, e de princípios outros tendo como direção a emancipação humana; isto reconhecemos em lutadoras como a Professora Valeria, que fortalece e compõe as lutas as quais fortalece no âmbito da saúde, educação, e se propõe a construção de uma gestão democrática na reitoria da Universidade Federal de Alagoas.

Unidade nas lutas!

Todo apoio a professora Valeria e sua equipe!

Por uma Universidade Popular!

Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social.

17 de março de 2019.

NOTA DE APOIO À REITORIA DA UFAL – Frente Nacional contra a Privatização da Saúde

A Frente Nacional contra a Privatização da Saúde vem a público manifestar seu apoio e solidariedade à reitora da Universidade Federal de Alagoas, a professora e assistente social Maria Valéria Correia, e aos demais membros de sua gestão que foram alvos do recente ataque materializado em pedido de prisão impetrado pelas diretorias da Associação dos Docentes (ADUFAL) e do Sindicato dos Trabalhadores (SINTUFAL) da Universidade Federal de Alagoas no dia 14 de março em face de processo que trata da reimplantação das rubricas judiciais decorrentes do Acórdão 6.492/2017 do Tribunal de Contas da União (TCU).

Entendemos como descabido e inaceitável tal pedido que, situado em uma conjuntura nacional marcada pela intensa retirada de direitos e por profundos ataques às liberdades democráticas, culpabiliza uma gestão comprometida com a defesa da universidade pública, gratuita, laica, socialmente referenciada e de qualidade que, atualmente sob duros ataques, nos remete à urgência de mobilizações e unidade na luta em defesa, especialmente, de sua autonomia.

Reiteramos o apoio e repudiamos ações como esta que coadunam com práticas de criminalização de docentes veementemente combatidas pela atual gestão da universidade cuja trajetória de trabalho é reconhecidamente pautada pela defesa intransigente dos direitos da classe trabalhadora, da gestão democrática e da autonomia universitária.

Educação não é mercadoria!

16 de março de 2019.

Frente Nacional contra a Privatização da Saúde

3º Seminário Nacional: O Trabalho do/a Assistente Social no Sociojurídico

A proposta do seminário é debater sobre o trabalho profissional nos diversos espaços sócio-ocupacionais do sociojurídico, abordando aspectos que passam pelo contexto do Estado Penal, da judicialização da questão social, das possibilidades e desafios na consolidação do projeto ético-político profissional, entre outros.

O evento é mais uma ação do Conjunto CFESS-CRESS na perspectiva do aprimoramento e qualificação do trabalho profissional da categoria.

Confira a programação abaixo!

Programação completa 

Dia 4 de abril de 2019 (quinta-feira)

9h30 – Abertura

– Daniela Neves(CFESS)
– Dácia Cristina Teles Costa (CRESS-RJ)
– Esther Luíza de Souza Lemos (Abepss)
– Renato dos Santos Veloso (Faculdade de Serviço Social / Uerj)
– Letícia Maria Pereira (Enesso)

10h – Mesa 1 – O trabalho dos/as assistentes sociais no contexto do Estado penal

– Virginia Maria Gomes de Mattos Fontes – historiadora, docente da UFF
– Lucia Xavier – assistente social, coordenadora da ONG Criola

14h30 – Plenárias simultâneas

Plenária 1 – Defesa do direito a convivência familiar e comunitária: dilemas do trabalho profissional

– Eunice Terezinha Fávero – assistente social e professora da PUC-SP
– Glaucia de Fátima Batista – assistente social da Fiocruz-MG

Plenária 2 – Justiça restaurativa em debate

– Daniel Silva Achutti – bacharel em direito e professor da Unilasalle
– Beatriz Gershenson – assistente social e professora da PUC-RS
– Carmen Hein Campos – bacharel em direito e professora da UniRITTER

Plenária 3 – A condição das mulheres e o sociojurídico

– Fabiane Simioni – graduação em Ciências Jurídicas e Sociais e professor da Furg
– Emilly Marques Tenório – assistente social do TJ-ES
– Rubia Abs Cruz – advogada e coordenadora da ONG Themis

Plenária 4 – A questão do idoso e das pessoas com sofrimento psíquico no sociojuridico: o debate da interdição

– Salvéa de Oliveira Campelo e Paiva – assistente social da UPE
– Andrea Cristina Alves Pequeno – assistente social do TJ-RJ

Plenária 5 – Comissões técnicas e de avaliação disciplinar: dilemas para o trabalho profissional

– Tânia Maria Dahmer Pereira- assistente social da Secretaria de Adm. Penitenciária- RJ
– Silvia da Silva Tejadas – assistente social do MP-RS

Dia 5 de abril de 2019 (sexta-feira)

9h – Mesa 2 – A relação entre o sociojurídico e as políticas sociais: a “escuta especial” em debate

 Maurílio Castro de Matos – assistente social e professor da Uerj

– Daniela Möller – assistente social do TJ-PR e conselheira do CFESS

12h – Encerramento

XLI Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social da região VI “Sepé Tiaraju”

O Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social é uma das instâncias deliberativas da ENESSO, caracterizando-se como o espaço máximo de deliberação de cada região. Além disso, tem o objetivo de reunir as e os estudantes de Serviço Social para debater os seguintes eixos temáticos, Conjuntura, Movimento Estudantil, Universidade e Educação, Formação Profissional, Cultura e Combate às Opressões.

53738158_2223538581239431_2240699977514876928_o.jpgEste ano (2019) ocorrerá também a revisão estatutária da ENESSO, conforme previamente estabelecido.

Assim, o Encontro Regional de o Estudantes de Serviço Social da região VI, que está em sua XLI (41ª) edição, acontecerá em São Leopoldo – (RS), no Parque do Trabalhador.

O evento, nomeado de “Sepé Tiaraju”, se dá por reconhecimento da importância da luta de Sepé, um indígena que liderou contra a colonização portuguesa. Sua luta representa a resistência contra o imperialismo, representa a história que muitos não contam, que esta terra já tinha dono.

O que é resistência? Esta pergunta ecoa, nos chamando à discuti-la.

Tendo em vista isto, chamamos todas as escolas de Serviço Social da região sul para compor conosco este encontro de massas.

XLI Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social – ERESS RV

XLI Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social – ERESS

19, 20 e 21 de Abril de 2019

Link para pré-inscrição: ACESSE AQUI!

XLI Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social (ERESS – RII)

Companheiras/os,

XLI Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social da Região II

É com imensa satisfação que convocamos todas/os os Estudantes de Serviço Social dos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco a participarem do Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social (ERESS-RII), que acontecerá nos dias 18, 19, 20 e 21 de abril de 2019, na cidade de Natal-RN.

O XLI ERESS terá como tema “Fomos, somos e seremos resistência: Rearticulação do Movimento Estudantil de Serviço Social” (escolhido durante o Conselho de Entidades Estudantis de Serviço Social, realizado no mês de novembro/2018, em Mossoró-RN) e promoverá o dialogo sobre Conjuntura, Movimento Estudantil, Combate às Opressões, Cultura, Educação e Universidade, Formação Profissional, tendo por finalidade estimular a reflexão crítica e o fortalecimento da formação profissional.

Estamos comemorando 40 anos do Congresso da Virada e do Movimento Estudantil de Serviço Social (MESS). E através da história, luta e resistência reafirmamos o nosso compromisso com o Projeto Ético Político da profissão!

As inscrições serão iniciadas no dia 11/03/2019 e irão até o dia 11/04/2019.

Aguardamos a presença de todas/os!

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